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Arquivo: Edição de 06-05-2009

SECÇÃO: Sociedade


Marco António Costa põe fim à especulação
“Não sou candidato”

Presidente da Comissão Política Distrital do Porto do PSD quer continuar em Vila Nova de Gaia. Candidato à Câmara de Matosinhos será conhecido em Maio.

Nos últimos meses, o nome de Marco António Costa surgiu como possível candidato do PSD à Câmara de Matosinhos. “Eu sentir-me muito honrado com essa possibilidade, mas também é verdade que nunca fui formalmente convidado para essa possibilidade. É sabido que o convite foi ao Dr. Agostinho Branquinho”, disse Marco António Costa.
Em entrevista ao “Matosinhos Hoje”, o presidente da Comissão Política Distrital do Porto do PS fala sobre a divisão do PS em Matosinhos, do mandato de Guilherme Pinto, da possível candidatura de Narciso Miranda, sem esquecer a actuação dos sociais-democratas no concelho.
Da conversa, ficamos ainda a saber que Agostinho Branco não é o homem forte do PSD para Matosinhos e que Paulo Morais é “um activo político importante do partido”, que gosta de “ouvir”.
Matosinhos Hoje- Em ano de eleições, as divergências com a direcção nacional do PSD estão sanadas?
Marco António Costa- As minhas divergências são de carácter político. Não são de carácter pessoal. Sendo de carácter político, nunca estão sanadas quando os programas políticos não são convergentes. Eu, por exemplo, como é sabido, sou um fervoroso pró-regionalista. Esta direcção nacional divide-se relativamente a esta matéria. O Dr. Rui Rio e o Dr. José Pedro Aguiar Branco são regionalistas. No entanto, a Dr.ª. Manuela Ferreira Leite nem quer ouvir falar da palavra “regionalização”.
Também é do conhecimento que eu tenho uma abordagem muito mais pragmática e muito mais exigente relativamente àquele que deve ser o comportamento do Partido Social-democrata no que diz respeito às medidas anti-crise. Eu entendo que o que o Governo tem feito é lançar em catadupa, permanentemente, supostas medidas anti-crise, que nunca se chega a fazer uma real avaliação da sua entrada em vigor, dos mecanismos de acesso e, fundamentalmente, do resultado concreto que as medidas têm favoráveis às populações, e depois temos estado a discutir, por exemplo, na área social, desde há seis meses a esta parte uma medida que nos parece básica em termos de coesão social, que é o Governo ser sensível ao princípio de estender a cobertura de subsídio de desemprego a muitos dos portugueses que vão perder essa cobertura do subsídio de desemprego nos próximos meses e que, seguramente, a crise que se está a passar não os fará encontrar com facilidade uma solução de vida.
Aquela que tem sido a minha preocupação como agente político é defender os interesses da região que eu represento, é ser fiel aos pensamentos e aos princípios que apresentei aos militantes e procurar fazer isto sem confronto com a direcção nacional, mas não fugindo àquilo que é a minha obrigação de defender aquilo em que acredito e aquilo que eu entendo como justo e correcto para a região e para o distrito, sem me deixar subjugar nem vergar a qualquer tipo de tutela nacional.
MH- Mas em ano de eleições, não seria de esperar uma maior união?
MAC- Essa unidade tem existido. Uma coisa é unidade estratégica relativamente à cooperação institucional e à cooperação política. A prova disso é que realiza-se no dia 9 de Maio o jantar do aniversário nacional do PSD aqui no distrito do Porto. O Grupo Parlamentar do PSD esteve a visitar o distrito do Porto mediante uma proposta de agenda da Distrital do Porto. A líder do partido já veio visitar oficialmente o distrito, de acordo com uma agenda proposta pela Distrital. Realizou-se cá um Fórum da Verdade, aliás, o mais concorrido e bem sucedido de todos em termos de participação. Não vivemos obcecados com diferenças. Vivemos obcecados com a construção de soluções para as pessoas e, fundamentalmente, na defesa daquilo que são as convicções que nos movem. Agora, não fugimos às diferenças.
MH- Este é um ano com três ciclos eleitorais. Acha que os resultados das eleições europeias e, principalmente, das legislativas, podem ter influência nas autárquicas?
MAC- Há um ciclo eleitoral que está muito interligado. O PSD, a partir do momento em que colocou o debate da política interna no debate das eleições europeias, está a fazer um pré-teste à capacidade de confiança dos portugueses no PSD enquanto alternativa de governação.
O PS refugiou-se tacticamente na discussão da Europa para fugir a uma primeira avaliação daquela que é a confiança dos portugueses na sua política.
Estes actos eleitorais- as europeias, as legislativas e as autárquicas-, na minha opinião, estão intimamente ligados, embora, na minha convicção, o cidadão, nas autárquicas, vai votar em função do projecto de cada concelho. Não vai misturar.
As eleições legislativas influenciarão sempre ligeiramente as eleições autárquicas, mas as autárquicas serão determinadas pelos projectos que, em cada concelho, os agentes políticos sejam capazes de apresentar.
Hoje, as eleições autárquicas são um processo muito personalizado, muito localizado, que, obviamente, tem algum contágio, mas relativamente pequeno, com uma agravante. Pode acontecer as eleições legislativas serem no mesmo dia das eleições autárquicas. Perfusão de campanhas políticas e a sobreposição temporal de campanhas irão necessariamente provocar um ruído de fundo muito grande na vida pública portuguesa.

PSD em Matosinhos

MH- Falando nas eleições autárquicas. O PSD nunca ganhou em Matosinhos. Porquê?
MAC- Eu acho que o PSD nunca ganhou em Matosinhos, porque sociologicamente Matosinhos é socialista. Tal como é a Póvoa de Varzim é sociologicamente social-democrata. São concelhos que têm uma grande identificação político-partidária. O que aquilo que caracteriza Matosinhos é o mesmo que caracteriza a Póvoa, que é uma enorme fidelização político-eleitoral das populações a um determinado partido.
MH- Nos últimos três mandatos autárquicos, o PSD conquistou mais votos em Matosinhos. A que se deve?
MAC- Há três factores que convergem para essa realidade. Por um lado, obviamente, um desgaste político do Partido Socialista. Por outro lado, uma alteração sociológica da realidade de Matosinhos com o aparecimento de novas áreas residenciais com populações sociologicamente distintas daquelas que tradicionalmente marcavam a sociedade matosinhense. Em terceiro lugar, na minha opinião, há um outro factor que é o facto do PSD, em enormes dificuldades- porque é muito difícil ser oposição num concelho com estas características políticas- , ter um conjunto de militantes muito disponíveis e trabalhadores que fazem a diferença para garantir esta progressão positiva ao longo destes anos.
MH- Acha que o ciclo do PS em Matosinhos chegou ao fim?
MAC- Sim. No meu entender, o PS carrega dentro de si um ambiente explosivo desde o momento em que o Sr. Narciso Miranda saiu para o Governo, em 1998, salvo o erro, e deixou o Dr. Manuel Seabra como vice-presidente da Câmara. Depois, resolveu regressar e iniciou-se uma guerra-fria entre o Sr. Narciso Miranda e o Dr. Manuel Seabra, que prejudicou, na minha opinião, Matosinhos. Seguiram-se os episódios sempre lamentáveis da lota. Foram negativos e são episódios pontuais, porque não marcam aquilo que é a população de Matosinhos. É gente boa, é gente trabalhadora, hospitaleira e acolhedora. Aquilo foi um episódio circunstancial, mas que determinou o afastamento do Sr. Narciso Miranda de candidato à Câmara e do Dr. Manuel Seabra. O Sr. Narciso Miranda resolveu escolher para candidato o actual presidente da Câmara, com quem agora mantém relações de grande conflitualidade, de grande crítica política e que, pelos vistos o levará- ele ainda não formalizou- a ser candidato independente contra o actual presidente de Câmara.
MH- Como avalia a actuação dos vereadores do PSD enquanto oposição ao actual Executivo da Câmara?
MAC- Os vereadores do PSD têm uma actuação séria, isto é, não estão na Câmara de Matosinhos para serem um obstáculo nem porta-vozes da maledicência. Estão na Câmara de Matosinhos para exercer o mandato que lhes foi confiado pela população. Como? Fiscalizando a acção da Câmara, fazendo-o de uma forma sóbria, politicamente irrepreensível, institucionalmente educada. Nem sempre recebem do presidente da Câmara o mesmo comportamento, mas nem por isso deixam de ser combativos e exigentes naquilo que é fundamental para o concelho. Têm questionado e têm levado a que, muitas das vezes, o presidente da Câmara, quando se prepara para dar como definitivas determinadas opções e determinadas decisões, se veja na circunstância de retirar processos da ordem de trabalhos para os instruir de forma mais competente, para alterar as decisões e para repensar essas mesmas propostas de decisão, dado o contributo que o PSD procura dar no dia-a-dia relativamente a esses assuntos.
MH- E a da Comissão Política Concelhia de Matosinhos?
MAC- Eu acho que as comissões políticas concelhias têm sempre um papel muito difícil. Nunca agradam a toda gente. São sempre criticáveis. Eu próprio já tive essas funções, e tenho em Vila Nova de Gaia, sou presidente da Concelhia do PSD de Vila Nova de Gaia. Fui eleito em lista única, mas, seguramente, que não agradarei a todas as pessoas. Muitas das vezes, militantes de Gaia manifestam discordância numa ou noutra decisão que eu vá tomando. Mas eu julgo que da Comissão Política Concelhia de Matosinhos, pelo menos até à data de hoje, o que eu tenho tido é uma disponibilidade, uma seriedade de trato e de trabalho inquestionável sob o ponto de vista pessoal. Nem sempre estamos de acordo, Distrital e Concelhia, mas a vida é isto, é nós sabermos conviver com as diferenças de opinião, com as diferenças de estratégia, mas procurando garantir uma coesão naquilo que é fundamental.
MH- No seu entender, quem sai mais prejudicado com esta divisão no PS? E quem mais beneficia?
MAC- Não há ninguém que saia beneficiado.
MH- Nem o PSD?
MAC- Nem o PSD. Quem sai prejudicado é a população, são os interesses do concelho. Um autarca que tem que conviver com a guerrilha interna de um ex-presidente de Câmara não tem sossego nem tranquilidade para governar convenientemente o concelho. Eu também me coloco no papel do Dr. Guilherme Pinto. Percebo que o papel dele é muito difícil e deve viver sob uma enorme tensão. O Sr. Narciso Miranda não é propriamente um menino do coro. É um político experiente. É um homem que tem um enorme conhecimento do concelho. Tem uma relação de grande proximidade com a esmagadora maioria da população do concelho. Foi presidente de Câmara durante quase três décadas e, portanto, sabe muito bem criar as condições de instabilidade emocional e política para não deixar que o seu adversário, Guilherme Pinto, governe tranquilamente a Câmara.
É uma realidade que, na minha opinião, não beneficia ninguém, porque ninguém beneficia do que é mau. Pelo contrário, prejudica todos.
MH- Que balanço faz do mandato de Guilherme Pinto?
MAC- Eu acho que o mandato do Dr. Guilherme Pinto não é um mandato que possa ser avaliado sem se perceber que ele foi levado ao colo pelo Governo. O Dr. Guilherme Pinto não foi presidente da Câmara. Foi regedor da Câmara de Matosinhos sob a acção governativa do PS nacional. Eu digo isto sem qualquer ofensa. É uma imagem política que eu usei, porque ele, efectivamente, de acção própria, de iniciativa própria, teve muito pouco a mostrar. Ele viveu permanentemente pendurado na fralda da camisa do Primeiro-ministro e do PS nacional, a pedir favores e o PS nacional, naturalmente, muito aflito com tudo o que está a viver em Matosinhos e, claramente, com a percepção de que é uma Câmara perdida.
MH- Como analisa a possível candidatura independente de Narciso Miranda?
MAC- Eu acho que a candidatura do Sr. Narciso Miranda não é para acabar nenhuma obra que tenha deixado a meio, não é para levar um projecto político de um partido para a frente nem da população. Eu vejo isto como uma “révanche”, um ajuste de contas interno com o Partido Socialista, e o criador a tentar aniquilar a criatura. Ele criou o actual presidente da Câmara. Foi ele que o propôs há quatro anos para candidato à Câmara. Enfim, é um processo interno do Partido Socialista, no qual o PSD não se envolve.

Candidato
do PSD em Maio

MH- Porque é que é o PSD ainda não apresentou o seu candidato?
MAC- Por duas razões. Primeiro, porque entende que é preciso que fique claro aos olhos dos matosinhenses o que se está a passar e o quanto é nefasto o que se está a passar entre os dois protagonistas do PS. O PSD não queria estar no meio desta bulha pública, desta zaragata pública do PS. Hoje ficou claro que, se um dos dois voltar a ser reeleito como presidente da Câmara, aquilo que vamos ter são mais quatro anos de guerra dentro da Câmara e os interesses da população colocados em segundo plano. Chegamos a um ponto em que toda a gente hoje já percebeu isso. Julgo que estamos no tempo do PSD apresentar a sua candidatura. Temos dois concelhos onde ainda não apresentamos a nossa candidatura, um é Felgueiras e outro é Matosinhos. O mês de Maio é o mês da apresentação dessa candidatura.
MH- Há quem diga que o PSD está à espera de saber se Narciso Miranda avança ou não como independente…
MAC- Nunca podemos, na análise política que se faz em cada circunstância, ignorar aquilo que nos rodeia. Se estamos a decidir Matosinhos, todos os factores que podem ser variantes deste processo têm que ser considerados. É importante saber isso, mas não é isso que tem determinado a estratégia do PSD. O que tem determinado a estratégia do PSD é deixar à evidência dos matosinhenses o quão baixo chegou o ambiente político em Matosinhos, por responsabilidade exclusiva de dois intervenientes, que são ambos do partido Socialista.
MH- É verdade que tem tomado café com Narciso Miranda?
MAC- Não. Esse tipo de insinuações é um disparate pegado. Para além do mais, é de uma certa baixeza moral esse tipo de insinuações. A vida política infelizmente também é feita disso e nós temos de estar preparados para isso. O Sr. Narciso Miranda foi presidente de Câmara e simultaneamente autarca comigo durante muitos anos. Tenho com ele uma relação de respeito pessoal como tenho com o Dr. Guilherme Pinto. Não podemos confundir os conflitos políticos com os conflitos pessoais. Aquilo que pauta a relação dos autarcas no distrito do Porto, independentemente da origem partidária, é uma relação de respeito pessoal, mas de conflitualidade política. É assim que as coisas são.
Eu, socialmente e pessoalmente, não tenho nenhum tipo de convivência com nenhum dos autarcas do Partido Socialista.
É completamente lamentável. Calculo que tenha sido um episódio que se passou há seis meses, num domingo em que tenha ido almoçar a Matosinhos, com as minhas filhas e com a minha mulher, e que o Sr. Narciso Miranda tivesse entrado no mesmo restaurante para almoçar, pelos vistos, com a família dele e que, educadamente, me viesse cumprimentar e que estivesse na minha mesa 10 minutos a conversar e que isso seja transformado em qualquer coisa mais conspirativa do que simplesmente isto. Também recentemente estive com ele num casamento, para além de outros 300 convidados, em que estavam autarcas de vários partidos.
A inteligência das pessoas é suficiente para perceber que me estão a tentar arrastar para um caminho que não têm sucesso.
MH- O Dr. Marco António é candidato a Matosinhos?
MAC- Pela enésima vez, não sou candidato. Eu fico satisfeito e felizes pela forma carinhosa como muitas pessoas me abordam nesse sentido. Não lhe nego até uma certa vaidade pessoal relativamente a isso. Mas vejamos as coisas como elas são. Assumi um compromisso há quatro anos com a população de Vila Nova de Gaia, onde sou vice-presidente. A meio deste mandato, contra a minha vontade, e por decisão completamente individual, o presidente da Câmara de Gaia, então líder do PSD nacional, e na circunstância de que não voltaria a ser candidato à Câmara, anunciou que seu seria o candidato à Câmara de Gaia nestas eleições. Eu afirmei sempre que havia tempo para se decidir isso.
O presidente da Câmara de Gaia deixou a liderança do PSD. Regressou e era natural que ele fosse candidato à Câmara. Além de ser presidente da Distrital, sou presidente da Concelhia de Gaia. Como se sentiriam as pessoas se eu amanhã abandonasse todo este trabalho e me mudasse de malas e bagagens para o concelho de Matosinhos? Eu sentir-me muito honrado com essa possibilidade, mas também é verdade que nunca fui formalmente convidado para essa possibilidade. É sabido que o convite foi ao Dr. Agostinho Branquinho. Mas também não fui convidado, porque as pessoas tinham a convicção de que as minhas relações hoje e a minha vida pessoal, política, está estabilizada em Gaia.
MH- É obrigatório que o candidato seja de Matosinhos?
MAC- Depende de muitas escolhas. Há personalidades da terra que, se calhar por serem da terra, é mau ou não. E há personalidades de fora que, por serem de fora, é mau ou não. Como estamos a falar da escolha de uma pessoa, essa pessoa em concreto pode ter um ou outro sentido. Não se pode traçar um caminho de completa separação entre as coisas. Eu acho que ser de fora não será um factor de diminuição da população de Matosinhos.
As pessoas têm é que encontrar um nexo de confiança com a personalidade que nós viermos a apresentar.
MH- O candidato é o Dr. Agostinho Branquinho?
MAC- Não é o Dr. Agostinho Branquinho.
MH- É algum dos vereadores em Matosinhos?
MAC- Não lhe posso responder.
MH- Num jantar da JSD de Matosinhos, justificando a presença de Paulo Morais, o Dr. Marco António Costa disse que ele tinha vindo “ambientar-se” a Matosinhos. Porquê?
MAC- O Dr. Paulo Morais é hoje politicamente uma pessoa que tem trabalhado de perto com a Distrital do Porto. Temos posições e pontos de vista muito convergentes sobre matérias relevantes da reforma do Estado, temos divergências também profundas sobre outras matérias de gestão política. São coisas completamente distintas. O Dr. Paulo Morais é um activo político importante do partido. Foi a Matosinhos a meu convite, porque o Dr. Paulo Morais está a trabalhar comigo na preparação de um documento sobre gestão e qualidade de espaço público. Ele é uma das pessoas que, em Portugal, mais está aprofundada academicamente nessa matéria. É um activo que eu gosto de ouvir.
MH- Mas porquê vir a Matosinhos?
MAC- Ele acompanhou o presidente da Distrital numa visita que fez a Matosinhos.
MH- Paulo Morais faz parte da lista candidata a Matosinhos?
MAC- Não lhe vou responder a nada disso. O candidato e as listas a Matosinhos serão um trabalho conjunto e solidário da Comissão Política Distrital e da Comissão Política Concelhia de Matosinhos, sendo certo que eu dou grande autonomia às estruturas concelhias.

Perfil

Marco António Costa nasceu há quase 42 anos em Fânzeres, concelho de Gondomar.
Advogado de profissão, é actualmente Vice-Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Presidente do Conselho de Administração da GaiaSocial,
Presidente do Conselho de Administração da Sociedade de Reabilitação Urbana e Administrador não executivo da Metro do Porto.
No passado, Marco António Costa desempenhou funções autárquicas na Câmara Municipal de Valongo. Foi Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Segurança Social da Família e da Criança do XVI Governo Constitucional,
Deputado da Assembleia da República e vice-presidente da Bancada Parlamentar do Partido Social-democrata na Assembleia da República.

Por: Dulce Salvador

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Edição de 03-02-2010
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