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Mamedenses incrédulos com o golo mal anulado a Júlio De levar as mãos à cabeça
II Divisão Nacional Estádio Moreira Marques, em S. Mamede de Infesta Árbitro: Tiago Martins (Lisboa) Infesta, 2 - Ribeira Brava, 2 Infesta: Bruno; Bruninho (Tiago, 66), Rui Jorge, Vitinha e Laranjeira; Augusto, Magno (Vicente, 62) e Paulinho; Camarinha (Ivo, 84), Júlio e Corina TR: Manuel António
Ribeira Brava: Fábio; Pisco, Hélvio, João Antunes (Vítor Hugo, 62) e Jerónimo (Marquinhos, 68); Valter, Bruno (Luís Filipe, 68) e Ludgero; Paulinho, Canas e Marco Freitas TR: Rodrigues
Ao intervalo: 0-0 Marcadores: Laranjeira (57), Júlio (66), Luís Filipe (76) e Vítor Hugo (77 g.p.) Disciplina: Cartão amarelo a Laranjeira (20 e 90+1), Paulinho (61), Vitinha (71), Corina (77) e Júlio (79). Cartão vermelho a Marquinhos (75), Nelson (77) e Laranjeira (90+1), por acumulação. Uma péssima actuação do trio de arbitragem liderado por Tiago Martins impediu o Infesta de conquistar os três pontos em disputa no desafio frente ao Ribeira Brava. O conjunto orientado por Manuel António até esteve a vencer por duas bolas a zero e dava mostras de partir para uma vitória tranquila, mas algumas decisões sem cabimento do juiz da partida, impediram que o conjunto mamedense somasse aquela que era a sétima derrota da temporada. Assim não aconteceu e o Infesta está mais longe dos lugares de acesso ao play off.
Chegar aos golos com naturalidade Após ter dominado praticamente toda a primeira parte, embora sem conseguir ultrapassar a bem estruturada defensiva dos insulares, o Infesta entrou para a etapa complementar determinado em inverter o rumo dos acontecimentos. Ao empenho demonstrado por toda a equipa, Laranjeira correspondeu com um perfeito cabeceamento após canto cobrado por Corina, não dando a mínima hipótese ao guardião contrário. Embalado pela vantagem no marcador, o Infesta continuava a exibir toda a sua superioridade e, com certo naturalidade, ampliou o marcador por intermédio de Júlio que apontou um grande golo, concluindo na perfeição uma jogada de entendimento entre Vitinha e Rui Jorge.
Árbitro virou artista principal Com a equipa tremendamente motivada pela boa exibição que estava a realizar, o Infesta partiu em busca do terceiro golo, que poderia ter acontecido numa jogada em que Vitinha foi atropelado por Hélvio já dentro da grande área, ficando por assinalar uma grande penalidade. Depois de ter errado em claro prejuízo da formação mamedense, o árbitro voltou a fazer mais do mesmo. Já depois de o Ribeira Brava ter reduzido para a desvantagem mínima, Tiago Martins marcou uma grande penalidade contra o Infesta num lance, no mínimo escandaloso, em que quem sofreu falta foi o jogador do Infesta, Corina. Apesar de todas as injustiças que estava a ser alvo, o Infesta nunca virou a cara à luta, e, já em período de compensações, Júlio chegou ao golo, mas que viria a ser anulado pelo árbitro auxiliar.
Joaquim Sousa
Figura: Júlio O artilheiro mamedense realizou um jogo notável. Incansável em todos os momentos da partida, correu e fez correr os colegas sempre com grande determinação. Marcou um golo de belo efeito, elevando para 12 o número de vezes que esta época fez a bola beijar as redes adversárias.
“Impossível ganhar este jogo” Manuel António - Infesta “O Infesta fez tudo para vencer, mas o que se passou aqui foi um escândalo. Acho lamentável aquilo que presenciamos e as autoridades devem estar atentos e analisar estas situações. O futebol está estragado e tornou-se impossível ganhar este jogo. Foi marcada uma grande penalidade contra nós que não existiu, tendo o árbitro deixado passar em claro duas a nosso favor e ainda nos ter anulado um golo perto do fim”.
Resultados da formação Juniores: Taipas - Infesta, 2-4 Juvenis: Amarante - Infesta, 1-1 Iniciados: Infesta - Ol.Douro, 4-0 Infantis: Infesta - Cruz, 2-2 Escolas: Infesta - Folgosa Maia, 3-3
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