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Futebol - Balienses não aproveitaram maior pendor ofensivo Desconcentração (quase) fatal
AF Porto – I Divisão Jogo no Campo de Jogos de Balasar Árbitro: Paulo Pinto (AF Porto) Balasar, 1 - Leça Balio, 1 Balasar: Marcos; João Paulo, Zé Carlos, Maltinha e Aurélio; Festinhas, Paulo e André; Chico, Paulo Russo (Maia) e Joel (Serginho) Leça Balio: André Pinto; Nunes (Hermínio), Paulão, Tiago e Pascoal; Feliciano, André Ferreira e Nuno Madureira (André Gonçalves); Américo, Vítor Hugo (Hugo Almeida) e Carlitos
Ao intervalo: 0-0 Marcadores: Zé Carlos (55) e Vítor Hugo (68) Motivados pelo excelente jogo e resultado (1-0) contra o Lavrense, o Leça do Balio entrou mais forte e, num primeiros lances da partida, poderia ter aberto o marcador quando Vítor Hugo, descaído para a esquerda, enviou a bola ao poste da baliza contrária. O Balasar, mais recuado, tentava contrariar o domínio visitante com rápidos contra-ataques através de lançamentos em profundidade para as costas da defensiva baliense. De salientar, na primeira parte, um lance passível de grande penalidade quando Vítor Hugo foi rasteirado no coração da área do Balasar quando se preparava para rematar à baliza, no caso mais polémico de todo o encontro. O técnico balasarense não estava satisfeito com o rendimento da equipa, prova disso foram as duas alterações realizadas no intervalo da partida que viriam a ser fundamentais para a transfiguração da equipa. Com efeito, a entrada do experiente jogador Serginho trouxe outra qualidade na construção de jogo do Balasar. O bom início no reatamento da partida foi recompensado com o golo inaugural, aos 55 minutos, por Zé Carlos, que aproveitou a desconcentração da defesa baliense para, na sequência dum canto, aparecer completamente solto de marcação e de cabeça bater André Pinto.
Reacção baliense A reacção baliense não se fez esperar e aproveitando, também, o recuo do Balasar na tentativa sôfrega de segurar os três pontos tão importantes na luta pela manutenção, os balienses lançaram-se na busca do golo da igualdade que acabaria por surgir na sequência duma brilhante desmarcação de Nuno Madureira para Américo que em excelente posição para visar a baliza contrária, prefere assistir Vítor Hugo que solto de marcação só teve de empurrar a bola para o fundo das redes. A última oportunidade do encontro esteve no pé do jovem André Gonçalves que não conseguiu dar o melhor seguimento ao lance, depois duma defesa incompleta do guarda-redes contrário após livre batido por Tiago.
Figura: Américo Numa fase inicial, jogou a médio-direito a cobrir as investidas do lateral, e depois na posição onde se sente mais confortável, a defesa-direito, jogando de trás para a frente, criou desequilíbrios, tendo como ponto alto a assistência para o golo do empate.
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