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III Divisão - Moura abriu o caminho para a reviravolta Segundo tempo à campeão
III Divisão Jogo no Estádio Municipal de Nogueira da Maia Árbitro: Ricardo Pinho (AF Aveiro) Nogueirense, 2 - Padroense, 3 Nogueirense: Marco; Paulo Jorge, Ramalhão, Pedro Gomes e Bruno; Hélder, Nuno Almeida, Jorge Emanuel (Nuno Maia 73`); Ramalho, Cafu e Mazola (Fábio 62) TR: Matias
Padroense: Marco; Paulinho, Tiago Madalena, Daniel e Lobo (Fredy, 72); Seabra (Moura, 46), Castanho, Vitinha e Sérgio; Ruben Saldanha (Sala, 87) e João TR: Augusto Mata
Ao intervalo: 1 - 0 Marcadores: Nuno Almeida (23), Moura (54), Ruben Saldanha (70), João (80) e Cafu (83) No duelo com o grande rival da época passada, quando as duas equipas disputaram os lugares de subida, o Padroense alcançou uma vitória saborosa, à custa de uma segunda parte de luxo. Foi contra a maré que o Nogueirense chegou à vantagem, quando Nuno Almeida aproveitou da melhor maneira uma desatenção da defesa do Padroense e, após um corrida de cerca de 30 metros, bateu Marco. No segundo tempo, Augusto Mata deixou nas cabines o lesionado Seabra, fazendo entrar o experiente avançado Moura, e em boa hora o fez para os destinos da equipa de Matosinhos, já que com mais um avançado o Padroense tornou-se mais acutilante, conseguindo mesmo chegar ao golo por intermédio do próprio Moura. O Padroense continuou a acelerar e foi com naturalidade que chegou ao segundo golo, numa jogada em que Ruben Saldanha é mais rápido que toda a defensiva adversária e consegue ultrapassar mesmo o guardião local e rematar para as redes desertas.
João sentencia O Nogueirense procura reagir, mas sem grande efeitos práticos, e com esse avançar dos sectores da sua equipa acaba mesmo por desguarnecer a sua zona defensiva. Assim, surgiu o terceiro golo do Padroense, obra de João, que bateu o guarda-redes local sem qualquer hipótese. Cafu ainda fez o 3-2 para o Nogueirense, mas a vitória estava garantida para a equipa matosinhense.
Figura: Sérgio O experiente atleta do Padroense continua a ser uma peça fulcral na manobra da equipa. Foi dele que partiram a maioria das jogadas de perigo da sua equipa. Aos 42 anos (!) continua a ser um dínamo de energia.
Vasco Pinho
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