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I Divisão Distrital - Balienses severamente penalizados num jogo que até era fácil de dirigir Árbitros destacaram-se pela negativa
AF Porto – I Divisão Parque da Rainha, em Serzedo, V. N. de Gaia Árbitro: Ludovino Franco Serzedo, 0 - Leça Balio, 0 Serzedo: Xavier; Rafael, Nacha, Capela e Ângelo; Soares (Igor), Zé Carlos e Quim Nando; Tiago (Diogo), Artur e Marcelo (Xavier II)
Leça Balio: André; Nunes, Paulão, Saraiva e Pascoal; Feliciano (Hugo Almeida), Hermínio (Nuno Madureira) e Cris (André Ferreira); Vítor Hugo, César e Carlitos De bradar aos céus. Assim se adjectiva o que se passou no jogo entre o Serzedo e o Leça do Balio. A equipa de arbitragem comandada por Ludovino Franco resolveu ser a protagonista de um encontro que tinha tudo para ser pacífico e bem jogado, transformando-o em polémica a cada minuto que passava. Apresentando uma dualidade de critérios gritante no decorrer do jogo, em claro prejuízo para o Leça do Balio, o árbitro da partida foi mesmo o principal adversário do Leça do Balio.
Contra tudo e todos A partida entre as duas formações que ocupam lugares tranquilos na tabela classificativa até começou de forma agradável, com o Leça do Balia a apoderar-se das rédeas do jogo, assentando o seu futebol numa precisa e apoiada circulação de bola, ao mesmo tempo que demonstrava grande coesão defensiva. A primeira metade foi pautada pelo equilíbrio, tendo pertencido ao Serzedo um ligeiro ascendentes nos últimos dez minutos da etapa complementar, mas sem grandes hipóteses de criar perigo.
Explorar a velocidade Para a segunda parte, o Leça do Balio entrou determinado em virar o rumo dos acontecimentos instalando-se completamente no meio campo adversário, com rápidas movimentações e jogando a toda a largura do terreno, tentando explorar a velocidade de Vítor Hugo após excelentes combinações entre Cris e Hermínio que tinham uma ajuda preciosa de Carlitos e César na construção de jogo. O Serzedo ia evitando como podia o ascendente baliense, tentando em rápidos contra ataques levar o perigo à baliza de André Pinto. César e Carlitos dispuseram das melhores oportunidades de golo do Leça do Balia, mas não conseguiram bater o guardião contrário.
Porquê, Pedro Maia? No final do jogo, e sem qualquer razão aparente, o capitão baliense, Pascoal, foi expulso pelo árbitro auxiliar Pedro Maia, que também já havia dado ordem de expulsão a Hermínio e ao treinador Prof. Pacheco. Nesta partida, nem o presidente Júlio Silva escapou, tendo sido identificado a pedido do árbitro.
Figura: Vítor Hugo A distinção podia ter outro brilho se realmente os lances em que se viu envolvido tivessem sido assinalados. O dianteiro baliense levou quase sempre a melhor sobre os seus marcadores, mas foi sucessivamente derrubado pelos seus adversários, sendo impedido de dar sequência aos lances de perigo que criava.
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