Matosinhos Hoje Venha (com)provar a nossa gastronomia
pesquisa
publicidade
blog delacoes do ego  

Arquivo: Edição de 16-01-2008

SECÇÃO: Desporto


Formação de Augusto Mata não se conseguiu adaptar ao relvado alagado
Dilúvio afundou aspirações matosinhenses

III Divisão - Jogo no Estádio da Parteira
Árbitro: Jorge Ferreira (Braga)
Al. Lordelo, 3 - Padroense, 2
Aliados Lordelo: Adriano; Jorginho, Filipe, Maia e André; Montenegro, Nando (Luís, 90+2) e Bruno (Edu, 76), Nakata (Cláudio, 91), Pedrinho e Poeira TR: José Augusto

Padroense: Marco; Duarte (Moura, 60), Tiago Madalena, Daniel e Lobo; Paulinho, Castanho (Armando, 85), Vitinha (Ivo, 68) e Sérgio; Ruben Saldanha e João TR: Augusto Mata

Ao intervalo: 2-0
Marcadores: Bruno (5), Nando (26), Filipe (48), Ruben Saldanha (76) e Moura (87)
Disciplina: Cartão amarelo a Castanho, (71), Poeira (73) e Maia (90)
Na deslocação ao reduto dos Aliados de Lordelo, o Padroense deu uma parte de avanço à formação local e pagou por isso. Com um primeiro tempo muito abaixo do seu normal, o Padroense ainda se superiorizou na segunda parte, mas já não foi a tempo de anular os dois golos de desvantagem com que chegou ao intervalo.

Entrar a sofrer
Com um relvado verdadeiramente alagado, onde só a intervenção dos bombeiros locais permitiu atenuar os muitos estragos que o dilúvio fez no terreno de jogo, o Padroense afundou-se por completo na primeira parte da partida.
A formação de Augusto Mata não se conseguiu adaptar ao terreno de jogo que impossibilitava a equipa de jogar o esférico rente ao solo e viria a ser penalizada por isso. Por seu turno, os locais adaptaram-se melhor e saíram a ganhar com isso. Logo aos cinco minutos, o Alia­dos de Lordelo inaugurou o mar­cador por intermédio do Bru­no, dando o melhor seguimento a um passe de Filipe.
A reacção do Padroense ao golo sofrido não se fez esperar e, instantes depois, Ruben Saldanha ainda enviou a bola para o fundo das redes locais, contudo, o golo seria invalidado por um pretenso fora de jogo.
As jogadas junto da área local iam-se sucedendo, mas a bola acabava sistematicamente por ficar presa numa poça de água, ou por vezes, em passes longos, bater no solo e acelerar a sua velocidade. Assistia-se nessa altura a um futebol muito musculado, directo, e sem ligação, contrariamente aquele que é praticado habitualmente pelos pupilos de Augusto Mata.

Marco traído pela água
Aproveitando-se do Padroense estar a correr atrás do prejuízo, o Aliados consegue chegar ao segundo golo através de uma jogada de contra ataque em que Nando parecia não chegar ao esférico, mas que acabou por beneficiar do facto de a bola ficar presa numa poça de água para se antecipar ao guardião Marco, acabando por efectuar-lhe um remate em forma de chapéu, estabelecendo, assim, o resultado com que se haveria de chegar ao intervalo.
Contudo, o Padroense dispôs ainda de um par de boas ocasiões antes da saída para as cabines, com destaque para o remate de Sérgio só parado por uma excelente defesa de Adriano e por um cruzamento em que Ruben Saldanha, livre de marcação, chega um tudo-nada atrasado para a emenda final.

Locais ainda tremeram
O segundo tempo começou tal e qual como o primeiro, ou seja, com um golo dos locais no seguimento de uma bola parada. Desta feita, foi Filipe que, após alguma apatia dos defesas do Padroense, consegue chegar ao golo.
Augusto Mata decidiu arriscar e retirou da partida um defesa e um médio, colocando no terreno mais dois avançados, o que acabou por criar uma maior pressão no último terço do terreno da formação visitada. Com esta opção, o Padroense acabou por chegar ao golo numa jogada em que Ruben Saldanha se consegue desenvencilhar de dois defesas e rematar para o primeiro golo do Padroense.
Pouco depois foi Sérgio que conseguiu inventar espaço, efectuando um passe de morte, para a finalização sempre eficaz de Moura. O Padroense conseguia, assim, colocar-se a apenas um golo de diferença, e colocar pressão sobre a equipa local.
Até ao final, o Padroense dispôs ainda de algumas jogadas de perigo, tendo na última jogada da partida, na sequência da cobrança de um livre no meio campo da equipa local, colocado toda a sua equipa na área adversária, incluindo Mar­co, mas de nada serviu, já que a bola acabou por se perder pela linha de fundo.

Figura: Castanho
O capitão foi o verdadeiro pulmão da equipa. Com uma entrega ao jogo ver­dadeiramente notável esteve sem­pre disponível para ajudar o colectivo, lutando até à exaustão. Um jogo próprio para as suas características. Merecia melhor resultado.

Vasco Pinho

Outras notícias da secção
· Bebés assustaram a águia
· Scolari, olha o “menino”!
· Mar vermelho na Luz
· “Fazem falta ao futebol”
· Três ases de trunfo
· Paciência e muita alma
· Senhora da Hora ameaça desistir
· Manuel segurou o empate perto do fim
· Uma mão cheia de golos
· Um valente susto
· Escorregadela baliense
· Um hino ao futsal
· Resposta à altura
· Barranha empata (4-4) com Lamas Futsal
· “Show” do goleador Pedro Sousa
· Cohaemato sofre primeira derrota
· Ases de Leça mereceram ovação
· A virtude de acreditar sempre
· GDB Leça perdeu (82-68) em Valença
· Galpenergia travou campeão
· Seniores consolidam segundo lugar na III Divisão Nacional

Edição de 16-06-2010
utilidades
Tempo de leitura 4 m
Votar
Imprimir Artigo
Comentar Artigo
Enviar por Email
Adicionar Favoritos
o meu jornal
relacionadas

Produzido por ardina.com © Matosinhos Hoje - Produzido por ardina.com, um produto da Dom Digital.
Sugestões ao site: webmaster@domdigital.pt. Email do Matosinhos Hoje: mh-direccao@mail.telepac.pt.