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Péssima arbitragem condicionou actuação do Perafita Esforço inglório
AF Porto – Divisão de Honra Jogo no Estádio do Perafita, em Matosinhos Árbitro: Paulo Lourenço Perafita, 0 - Ataense, 1 Perafita: Humberto; Osvaldo (Tinaia), Hélder Maia, Rui, Chaves e Tó; Macarra, Gomes (Delfim) e Pimentel; Luís e Paulinho Ataense: João; Hermenegildo, Gil (Rodrigo), Gonçalves e Ricardo (Jorge); Sérgio, Zé Manel e Ferreira; Moreira, Dantas e Nuno Ao intervalo: 0-1 Marcador: Gil (25) Disciplina: Cartão vermelho a Hélder Maia (30) e Delfim (35) Tremendamente injusto. Assim se define a derrota do Perafita na recepção ao Ataense. Num jogo muito equilibrado, o Perafita foi prejudicado por uma equipa de arbitragem que apresentou uma dualidade de critérios muito tendenciosa, originando que o Perafita jogasse quase toda a segunda metade com nove elementos. Após terem colocado por várias vezes à prova o guardião Humberto, os forasteiros viriam a inaugurar o marcador à passagem dos vinte e cinco minutos, num lance em que Gil demonstrou grande frieza no cara-a-cara com o guardião contrário. Antes, o extremo Tó tinha estado perto do golo, num remate que levou a bola a bater na trava. A perder, o Perafita tentou anular o prejuízo e criou algumas situações de perigo para a baliza contrária, mas que não surtiram qualquer efeito. No início da segunda parte, Hélder Maia viu o segundo amarelo sem qualquer justificação e foi expulso, o mesmo acontecendo instantes depois com Delfim. A jogar com menos duas unidades, o Perafita agigantou-se e ainda criou algumas situações de golo. A mais flagrante aconteceu por intermédio de Tó, mas que viria a ser desaproveitada com o capitão a rematar por cima do alvo.
Figura: Humberto Sem culpas no golo sofrido, evitou com um punhado de excelentes intervenções que o marcador fosse avolumado. Seguro e muito atento durante todo o encontro, foi a base para a equipa se manter em busca do empate até ao fim.
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