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Infesta - Azuis caíram de produção e foram punidos com uma derrota Fatídica segunda parte
II Divisão
Sp. Espinho, 1 Infesta, 0
Jogo no Estádio Comendador Manuel de Oliveira Violas, em Espinho Árbitro: Nuno Afonso (Lisboa)
Sp. Espinho Marcelo Galvão; Bruno Lucas, Hélder Vasco, Pedro Dimas e Marco Abreu; Valença, Nuno Coelho e Fábio Espinho; Pedro Mendes (Nuno Silva, 64), Milton (Flávio Casal, 65) e Joares (Pinho, 90+3) TR: Amândio Barreira
Infesta Bruno; Tiago (Corina, 76), Rui Jorge, Edson e Laranjeira (Nélson, 31); Paulinho, Pedro Nuno e Nando; Camarinha (Magno, 72), Júlio e Vitinha TR: Manuel António
Ao intervalo: 0-0 Marcador: Valença (66) Disciplina: Cartão amarelo a Paulinho (66), Vitinha (81) e Nando (90+1)
Na deslocação ao principal candidato à liderança do campeonato, o Infesta foi derrotado pelo Espinho por uma bola a zero. Num bom encontro de futebol onde as equipas dispuseram de várias oportunidades para chegar ao golo, o Infesta foi castigado pelo menor rendimento apresentado na etapa complementar da partida.
Primeira parte equilibrada
A primeira parte do jogo foi pautada pelo equilíbrio nas oportunidades de golo, fruto da grande vocação ofensiva com que as equipas entraram para o terreno de jogo. Aos seis minutos, Valença criou a primeira oportunidade de golo, porém, o remate do jogador local viria a embater na trave da baliza à guarda de Bruno. Quatro minutos volvidos, Júlio responde na mesma moeda e envia o esférico ao poste da baliza do Espinho; depois de uma excelente abertura de Edson, o goleador mamedense o cara-a-cara com Marcelo Galvão rematou cruzado com a bola a embater no ferro da baliza.
Grande penalidade por assinalar
Com o jogo a desenrolar-se a um ritmo elevado, os guarda-redes mostravam estar em tarde inspirada e iam negando os intentos dos avançados. Ainda antes do intervalo surge o principal caso do jogo com o árbitro da partida a deixar passar em claro uma grande penalidade que beneficiava o Infesta. Camarinha foi puxado por um defensor dentro da grande área, falta que não foi assinalada. O nulo ao intervalo traduzia a igualdade de forças que as equipas apresentaram ao longo dos primeiros 45 minutos.
Faltou pedalada
Na entrada para a etapa complementar, o Espinho apresentou-se mais dinâmico e pressionante, passando a tomar por completo as rédeas do jogo. Apresentando um futebol muito mastigado, com pouca profundidade e perdendo a bola muito rapidamente, o Infesta não conseguiu anular o maior poder atacante dos tigres da Costa Verde. À superioridade local, Bruno ia respondendo com defesas sucessivas, mantendo a igualdade no marcador. O único golo do encontro viria a surgir à passagem do minuto 66 com Valença a dar o melhor seguimento a um pontapé de canto cobrado por Pedro Dias.
Mais uma queixa
No lance que decidiu o jogo, o Infesta teve mais uma vez razões de queixa da arbitragem. Quando já estava pronto para entrar, Nélson não teve autorização do juiz da partida, decisão que, também, levou à desconcentração dos seus colegas. O Infesta não conseguiu reagir ao golo sofrido, não tendo criado qualquer oportunidade para alvejar a baliza adversária.
Manuel António – Treinador do Infesta “Não conseguimos circular a bola”
“Na primeira parte o jogo foi mais interessante, disputado com muito equilíbrio, onde criámos várias oportunidades e até mandámos uma bola ao poste. Na segunda parte, inexplicavelmente a minha equipa não conseguiu fazer circular a posse de bola e acabámos por sofrer um golo num lance em que estávamos com um jogador fora do campo. A partir daí, e com o Nélson a jogar inferiorizado, tivemos muitas dificuldades. Parabéns ao Espinho que acabou por ser um justo vencedor”.
Figura
Bruno – Seguro Numa tarde onde esteve muito activo, o guardião mamedense mostrou enorme segurança e evitou males maiores. Revelando grande concentração durante todo o jogo, respondeu com grande eficácia aos inúmeros cruzamentos para junto da sua área. Nas três ocasiões em que os atacantes lhe apareceram na cara levou sempre a melhor, evitando golos que pareciam certos.
JS/NS
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