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Futebol distrital - Carlitos e César influentes nos golos Estreia com Vitamina C
I Divisão - Campo Bernardino Marques, em Guilhabreu Árbitro: José Pinto (AF Porto) Guilhabreu, 0 - Leça Balio, 2 Guilhabreu: Gato; Alexandre, Caras, Quim e Tony; José Afonso, Hélder e Rafael; Mouro (Oliveira), Gomes (Frasco) e Pires (Euclides) TR: Fernando Almeida Leça Balio: André Pinto; Américo, Tiago, Paulão e Nunes; Hugo, Feliciano e Hermínio (Bruno); Nuno Madureira (André), César (Hugo Almeida) e Carlitos TR: José Pacheco Ao intervalo: 0-2 Marcadores: Nuno Madureira (41 g.p) e César (45) Estreia auspiciosa do Leça do Balio no campeonato, com uma vitória que não sofre qualquer contestação na casa de um adversário que, surpreendentemente, estabeleceu a subida de divisão como meta a atingir no final da presente época. A equipa matosinhense, que fez alinhar apenas três jogadores que pertenciam ao plantel do ano transacto, entrou dominadora no encontro, criando desde logo inúmeras situações de dificuldade para a defensiva contrária. As incursões de Nuno Madureira pela direita e o bom entendimento entre Hermínio e César davam a entender que o golo acabaria por surgir com naturalidade. Logo à passagem dos dez minutos, surge o primeiro caso difícil de ajuizar pela equipa de arbitragem: Nuno Madureira (que parece sair em posição de fora-de-jogo) é lançado em profundidade e na cara do guarda-redes assiste César que empurra a bola para dentro da baliza, mas é invalidado por suposta posição irregular do ponta-de-lança. No mesmo lance, fica a sensação que o árbitro auxiliar erra duas vezes, ao não assinalar fora-de-jogo a Nuno Madureira e, depois, ao descortinar uma eventual desposicionamento de César. Cinco minutos arrasadores O triângulo vilacondense composto por José Afonso, Hélder e Rafael, era completamente manietado pela excelente colocação de Hugo, Feliciano e Hermínio, que para além de evitarem qualquer tentativa de construção de jogo por parte dos visitados, conseguiam manter a posse de bola e organizar excelentes jogadas de ataque. O golo acabaria por surgir à passagem dos 41 minutos através de uma grande penalidade convertida por Nuno Madureira após falta clara de Pedro sobre Carlitos, traduzindo o claro ascendente baliense na partida. Ao cair do pano da primeira parte, César é lançado em profundidade, flecte para o meio tirando um adversário do caminho e coloca a bola com classe no poste mais distante da baliza vilacondense.
Reacção infrutífera Para a segunda parte, a equipa orientada por Fernando Almeida tentou contrariar o sentido de jogo, tendo para isso esgotado as três substituições nos primeiros minutos da segunda parte, mas as únicas vezes que levavam perigo à baliza defendida por André eram na sequência de lances de bola parada. Por outro lado, o Leça do Balio continuava a controlar a partida criando boas jogadas de combinação deixando sempre a sensação que estaria mais perto de dilatar a vantagem do que, eventualmente, sofrer qualquer golo. Carlitos, pelo excelente jogo e por ter sofrido a grande penalidade, e César foram a Vitamina C que mostrou ao adversário que, esta época, a subida de divisão é uma ambição algo desmedida. Boa arbitragem, embora com algumas decisões duvidosas na análise dos fora-de-jogo por parte dos árbitros auxiliares.
Figura: César O Imperador está de volta ao seu clube de sempre e já começa a ditar leis. A capacidade de jogar de costas para a baliza aliada a rápidas movimentações e instinto matador na grande área prometem autênticos pesadelos para as defensivas contrárias.
Fonte: www.dlbalio.com
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