|
Perafita - Azuis já contavam com o ponto quando sofreram o golo Injustiça nos descontos
AF Porto – Divisão de Honra
Jogo no Estádio do Candal, em Vila Nova de Gaia Árbitro: Pedro Paula (AF Porto)
Candal, 1 Perafita, 0
Candal: Moreira; Oliveira, Salazar, Augusto e Abel; Patrão, Serginho e Peixe (Frasco); Meireles, Paulinho e Silva (Libório)
Perafita: Humberto; Osvaldo, Gomes, Rui e Luciano (Tinaia); Eduardo, Chaves e Diogo (Gil); Tó, Paulinho e Luís (João)
Ao intervalo: 0-0 Marcadores: Serginho (90+5)
Na casa do poderoso Candal, o Perafita realizou uma boa partida, geriu a cadência e ritmo de jogo, equilibrando as forças durante a maior parte do jogo. As ocasiões (escassas) foram repartidas, com os guardiões a mostrarem serviço quando foi preciso e as defesas a sempre quase sempre superiores aos ataques. Quando os azuis já contavam com o ponto do nulo, a equipa da casa, num último suspiro, chegou ao golo já em período de descontos: cruzamento ao segundo poste, assistência de cabeça para o coração da área, onde surgiu o atacante a cabecear para o fundo das redes de Humberto. Uma injustiça fora de horas. Arbitragem regular.
Figura
Gomes: Irascível na marcação, simplicidade de processos no desarme, autoritário em toda a linha. É daqueles defesas que impõem respeito a qualquer avançado, não permitindo que violem a sua área de jurisdição. Um dos mais regulares e determinantes durante a época.
|