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Padroense - Perafita: Jornada fantástica para o líder que aumentou a vantagem sobre o Nogueirense Sérgio fez a diferença
AF Porto – Divisão de Honra
Jogo no Estádio do Padroense, em Matosinhos Árbitro: José Rodrigues (AF Porto)
Padroense, 2 Perafita, 1
Padroense Marco; Duarte, Armando, Telmo e Sala; Paulinho, Vitinha II (Hugo, 75), Vitor e Postiga; Sérgio (Vitor Hugo, 81) e Moura (João, 65) TR: Augusto Mata
Perafita Humberto; Osvaldo (João, 54), Rui, Gomes e Tó; Eduardo, Macarra, Chaves e Tinaia (Diogo, 46); Paulinho e Ricardo (Luis, 46) TR: Mário Barros.
Ao intervalo: 1-0 Marcadores: Sérgio (11 e 52) e Luís (63)
O Padroense assume-se a cada jogo que passa como o único candidato à subida de divisão. A equipa não perde há nove jogos, desde a tarde negra no reduto do Nogueirense, e, desde daí, tem amealhado pontos que lhe dão a liderança no campeonato. Semana após semana, a equipa tem aumentado a distância relativamente aos seus perseguidores, tendo já oito pontos de vantagem sobre o Nogueirense e 12 sobre o terceiro classificado, Candal. Por seu turno, o Perafita atravessa um momento menos bom, acumulando já três derrotas consecutivas, levando a uma consequente descida na tabela classificativa.
Golo a abrir
Logo nos primeiros momentos, o Padroense demonstrou vontade de querer resolver cedo a contenda e, à passagem do minuto 11, transformou as suas tentativas em realidade, quando Postiga, na esquerda, faz um passe longo, por cima da defesa, para o flanco direito, onde Sérgio, livre de marcação, aproveita para entrar na área e abrir o marcador. O Perafita tentou esboçar uma ténue tentativa de reacção mas os seus avançados não conseguiam penetrar na área local, tentando apenas rematar de longe, mas também sem grande perigo.
Humberto brilha
Já o Padroense dispôs ainda de mais duas ocasiões soberanas para dilatar o marcador ainda na primeira parte, em duas jogadas similares, em que primeiro Moura e depois Sérgio conseguiram isolar-se e rematar sem oposição da defensiva contrária, proporcionando duas defesas apertadas a Humberto.
Sérgio não perdoa
Para o segundo tempo, o treinador Mário Barros mexeu na equipa e fez entrar Diogo e Luís, que vieram trazer novo fôlego à equipa de Perafita. Contudo, quem voltou a chegar ao golo foi o Padroense, novamente numa jogada iniciada no flanco esquerdo, cruzada para a área, onde Sérgio, outra vez livre de marcação, bate facilmente o guardião adversário.
Luís relança partida
De imediato, o técnico do Perafita reagiu, arriscando tudo, retirando o defesa do lado onde partiram os golos do Padroense, Osvaldo, e colocando na linha da frente o irrequieto João. As alterações na equipa visitante acabaram por surtir efeito quando numa jogada de contra ataque, Luís isola-se e acaba por conseguir reduzir a diferença no marcador, alimentando uma possibilidade de recuperação, mas que nunca passou disso mesmo, já que quem continuou a dominar o encontro foi a formação local, criando sempre algum perigo no ultimo terço do terreno contrário, fruto das entradas dos velozes João e Vitor Hugo. Boa arbitragem.
Figura (Padroense)
Sérgio: Já passou dos 40 anos, mas quem o vê jogar não lhe dá mais de 25. Continua cheio de vitalidade, sendo juntamente com Moura a alma do ataque do Padroense. Mais dois golos para a sua conta pessoal.
Figura (Perafita)
Luís: Entrou bem, mexeu com o jogo, agitou o ataque azul-e-branco e como prémio apontou o golo da sua equipa. Até final, procurou criar mais situações de perigo, mas os defesas também não lhe deram muitos espaços.
Vasco Pinho e Arnaldo Martins
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