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Classe e eficácia na base da goleada fora de casa Segunda parte de luxo
Sobrado, 0 - Padroense, 4 Jogo no Parque de Jogos do Sobrado Árbitro: Alexandre Pinto (AF Porto) Sobrado: Roberto; Jonas, Rocha, Hélder e Ivo (César); Abel, Sérgio Lopes (Miguel Pinto) e Nando; Moreira, Sampaio e Vitinha Padroense: Marco; Duarte, Miguel, Armando (Telmo) e Vítor; Castanho, Sérgio (Vitinha) e Moura (João); Sala, Paulinho e Postiga Ao intervalo 0-1 Marcadores: Armando (10), Postiga (60), João (65) e Sérgio (80) Disciplina: Cartão vermelho a Sala (85), por acumulação Mata, técnico do Padroense, nem hesitou e, face à produção menos positiva da equipa na semana anterior, que ditou o empate caseiro (2-2) diante do Alpendorada, fez duas alterações no centro da defesa, promovendo as entradas de Miguel e Armando para os lugares de Hugo e Telmo. A aposta deu frutos. A consistência defensiva foi patente ao longo dos 90 minutos e, a partir daí, a formação matosinhense partiu para uma exibição colorida, sempre em progressão, a mostrar classe e eficácia. O primeiro golo não demorou, obra de Armando, que aproveitou uma saída em falso do guardião da casa para facturar. O Padroense foi dominador mas Moura, ao contrário do habitual, falhou duas vezes na cara do guarda-redes. Ao intervalo, o avançado acusou uma lesão e, mais por precaução, ficou nas cabines, entrando João para o seu lugar.
Verdadeiro xeque-mate Na segunda parte, o Sobrado entrou determinado a alterar os acontecimentos, criou perigo, mas cedeu espaços que foram aproveitados pelo Padroense em situações de contra-ataque. Assim, Postiga fez o segundo golo e, logo a seguir, o recém-entrado João aumentou a vantagem. A vitória estava no papo. A cereja em cima do bolo surgiu ao cair do pano, com Sérgio, recuperado de lesão, a carimbar uma boa exibição com o último tento da sua equipa.
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