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Arquivo: Edição de 24-01-2007

SECÇÃO: Desporto


Concorrentes directos também não conseguiram vencer
Oportunidade desperdiçada

Padroense, 2 - Alpendorada, 2
Jogo no Estádio do Padroense Árbitro: David Matos
Padroense: Marco, Duarte (Vitor Hugo), Telmo, Hugo (Armando) e Sala; Paulinho, Castanho e Vitor (Vitinha II); Postiga, Moura e Sérgio (João (Vitinha II))
Alpendorada: Daniel, Kevin, Canetas, Bruno, Claudio, Marco, Regadas, Capela, Toni (Oliveira), Luciano (Vitinha), Rui (João Dias)
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Luciano (59), Moura (60), Claudio (65) e Moura (68)
Disciplina: Cartão vermelho a Regadas (66)
Na recepção ao Alpendorada, o Padroense não conseguiu levar de vencida o seu opositor e, pela segunda vez nesta temporada a jogar na condição de visitado, voltou a ceder pontos. Os comandados de Augusto Mata não aproveitaram a perda de pontos dos seus directos adversários para se distanciarem na tabela classificativa. O Padroense continua a liderar a prova com mais um ponto que o Nogueirense.

Domínio local
A etapa inicial da partida não teve grandes ocasiões dignas de registo. O Padroense tomou por completo as rédeas do encontro, assumiu o controle do jogo e dispôs das únicas oportunidades de golo durante a primeira parte. No entanto, o remate de Postiga a rasar o poste e a má direcção do cabeceamento de Moura após centro perfeito de Sala não foram suficientes para inaugurar o marcador. O Alpendorada limitava-se a defender, não conseguindo importunar o guarda-redes Marco.

Atrás do prejuízo
Ao intervalo, Augusto Mata mostrava-se insatisfeito com o resultado e decidiu mexer na equipa. As alterações viriam a revelar-se infrutíferas, já que, foi o Alpendorada a inaugurar o marcador. O Padroense respondeu de imediato ao golo forasteiro e, o oportuno Moura empata o jogo.
O tento de Moura espevitou os locais e o Padroense dispôs de uma flagrante oportunidade de golo, contudo, o remate de João foi superiormente defendido pelo guarda-redes Daniel. Como quem não marca acaba por sofrer, os intentos dos Padroense viriam a ter um duro revés. Na sequência de um canto a beneficiar o ataque do Alpendorada, Cláudio aproveitou a passividade da defensiva local e colocou novamente a formação de Marco de Canavezes em vantagem.
Os homens do padrão da Légua eram novamente obrigados a correr atrás do prejuízo. A expulsão de regadas fez com que o Padroense jogasse em vantagem numérica, aproveitando-se disso Augusto Mata para arriscar tudo no ataque, colocando em campo o avançado Vítor Hugo, em detrimento do defesa Duarte.
O risco dos locais acabou sendo premiado, quando Moura voltou a marcar, estabelecendo o empate, resultado que até ao final não viria a sofrer alterações. O Padroense não conseguiu levar de vencida o Alpendorada, sendo severamente castigado por estar sempre em desvantagem no marcador, tendo sempre que correr atrás do prejuízo. Boa arbitragem.

Figura - Moura
Fez aquilo que lhe competia, marcou dois golos. O seu instinto matador continua a dar frutos, mas desta vez revelou-se insuficiente par dar a vitória à equipa.

Por: Norberto Sousa

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Edição de 16-06-2010
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