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Padroense jogou mais de uma hora reduzido a nove unidades Má arbitragem no lamaçal
AF Porto – Divisão de Honra
Jogo no Estádio do S. Rio Tinto Árbitro: Artur Soares Dias (AF Porto)
Sp. Rio Tinto, 2 Padroense, 2
Sp. Rio Tinto: Carlos; Octávio (Fábio), Bruno, Araújo e Sérgio Rocha; Jorginho, Teixeira (Ricardo) e João; Diogo, Miguel e Chico
Padroense: Marco; Duarte (Santos), Telmo, Hugo e Fredy; Castanho, Bruno (Vítor) e Paulinho (Sala); Sérgio, Moura e Postiga
Ao intervalo: 1-2 Marcadores: Telmo (14), Bruno (24), Moura (31) e Miguel (88) Disciplina: Cartão vermelho a Fredy (20), Castanho (29), Araújo (66) e Bruno (81)
(TÍTULO) Esqueçam a relva. O campo do Sp. Rio Tinto mais parecia um lamaçal, um terreno movediço, completamente inadequado para a prática do futebol. Para além desse “adversário”, o Padroense encontrou pela frente outra contrariedade, nomeadamente, o árbitro Artur Soares Dias, que, ao contrário do que tem vindo a desenvolver nas ligas profissionais, rubricou um trabalho muito medíocre, com nítido prejuízo para a formação do Padrão da Légua. Ainda antes da meia-hora de jogo, o Padroense ficou reduzido a nove unidades, por decisões incompreensíveis e muito severas do árbitro. Fredy e Castanho foram expulsos, mas a equipa matosinhense, numa demonstração de grande carácter, chegou ao intervalo em vantagem, com golos de Telmo (golaço de cabeça) e Moura (oportuno a encostar). Na segunda parte, o Padroense controlou a pressão, Sérgio (grande exibição) teve uma ocasião para sentenciar a partida, mas, perto do fim, foi novamente punido com um erro de arbitragem, já que Miguel encontrava-se em posição clara de fora-de-jogo antes de fazer o tento da igualdade. Assim, não há pachorra!
Figura
Telmo: Exibição monstruosa. Num terreno lesa-futebol, propício a lesões, o abnegado jogador transformou-se num autêntico guerreiro e desdobrou-se em funções, disfarçando, assim, a inferioridade numérica da equipa. E ainda marcou um golão, num cabeceamento, como mandam as regras. De cima para baixo.
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