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Tarde de infelicidade Lusitanos merecia o empate
AF Porto – II Divisão
Desp. Portugal, 2 Lusitanos, 1
Jogo no Campo de Jogos Rui Navega, em Campanhã Árbitro: Luís Pinto (AF Porto)
Desp. Portugal: Bruno; Cangalhas, Mota, Oliveira e Torres; Pedro, Paulão (Orlando), Gustavo e Tozé; Chapa e Ramos (Mika)
Lusitanos: Nuno; Carlos Manuel, Italiano (Carlos Firmino), Vieira e Porfírio; Guerra (Rui José), Kaka, Sérgio e Pinto (Hugo); Costinha e Pedro Cruz
Ao intervalo: 1-1 Marcadores: Porfírio (20), Kaka (44 p.b.) e Tozé (65 g.p.)
O encontro entre dois dos líderes da série 1 da II Divisão da AF Porto era alguma com bastante expectativa. O interesse confirmou-se com a adesão do público, que marcou presença no campo em grande número. Após o apito inicial e como lhe competia a equipa da casa superiorizou-se, sobretudo através de alguns remates de fora da área, aos quais respondia o Lusitanos através de contra-ataques que começaram a enervar o sector mais recuado do Desportivo e, que acabaram por surtir efeito à passagem dos 20 minutos através de um passe rasgado de Costinha ao qual correspondeu Porfírio a fazer um bonito golo. Deste acto resultou um Desportivo nervoso e um Lusitanos tranquilo, que só não foi melhor aproveitado quando à passagem dos 40 minutos, isolado e apenas com o guarda-redes pela frente Sérgio não deu aquilo que talvez fosse a machadada final no jogo, desperdiçando o 0-2. A esta perdida e com alguma sorte à mistura empataram os da casa, através de um remate que embateu em Kaka, que de forma infeliz acabou por marcar na própria baliza, resultado com que terminou a primeira parte.
Penalidade capital
A segunda metade começa com uma boa oportunidade do Lusitanos, através de um grande remate de cabeça de Sérgio que só não deu golo por manifesto azar. Responderam os visitados com uma jogada de ataque que terminou com a marcação de uma grande penalidade, ditando o marcador final da partida. O Lusitanos merecia mais, mas a tarde foi de infelicidade. Um auto-golo e uma grande penalidade dizem tudo.
Figura
Porfírio: Conquista a distinção, sobretudo pelo golo de belo efeito que apontou. Abnegado, trabalhou e procurou sempre incentivar os companheiros. Não merecia a derrota.
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