Anunciamos o fim daquele que foi o nosso sonho, o nosso caminho de quase duas décadas.
Acabou Na vida há momentos que não falham, embora todos lutemos para que não aconteçam. E a morte é um deles, o maior. Umas vezes ela é natural, outras violenta. Tal como a do "Matosinhos Hoje". Ninguém quer morrer, mesmo quando o sofrimento tolhe. Nada pode obstar para que o fim bata à porta.
O jornal que Matosinhos não leu... Tudo começou a 3 de Setembro, o dia em que a Maria Ilídia, minha mulher, fazia 55 anos. No salão nobre do Orfeão de Matosinhos, espaço onde passamos a melhor fase da minha juventude, instituição filha de “O Badalo”, perante os amigos, apresentei o nº. 0 do “Matosinhos Hoje”. Um dia de felicidade.
Os nossos Noivos Durante alguns anos o “Matosinhos Hoje”,, na sua qualidade de parceiro social, tomou a iniciativa de proporcionar um casamento mais alegre a muitos jovens da nossa terra. E, assim, nasceram os Noivos do Senhor de Matosinhos, uma iniciativa que permitiu que cerca de uma centena de casais de condições económicas débeis, dissessem o “sim”, no templo do Bom Jeus de Matosinhos, com a mesma dignidade dos quais tinham mais possses. Tiveram festa de noivado, lua de mel, um enxoval. Matosinhos (e não só) vibrou.
Gente da nossa terra Duas séries que deram a conhecer nomes da fente da nossa terra: os mais conhecidos e os quase anónimos. Falamos de Matosinhos de todos os tempos, de famílias, de acontecimentos. Matosinhos esteve durante semanas e semanas, mais de um ano, embevecido cos os seus.
Prémios aos mais novos O “Matosinhos Hoje” como o demonstra a sua história teve sempre a preocupação com os matosinhenses mais jovens. E pretendeu sempre chegar junto deles, estabelecendo prémios escolares, por altura do aniversário do jornal, contemplando os estudantes com melhores notas. Alguns deles, hoje certamente licenciados, ainda se lembrarão desse dia.